22/12/08

Mudando de ares

Olá caros amigos, visitantes e afins!

Em virtude de uma pisada de bola do portal terra, eu perdi favoritos, estatísticas e uma série de vantagens que o blog oferecia antes. Por causa disso, eu resolvi mudar para o blogspot.

quem quiser ler novos posts, é só visitar o novo blog:

blimbounroll.blogspot.com

aguardo todos lá

criado por blimbou    8:53 — Arquivado em: Sem categoria

14/12/08

Littlejoy (2008)

Quando foi anunciado a junção de Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Fábrizio Moretti (The Strokes), achei que o trabalho seria no mínimo interessante. Isso sem contar que o nome do projeto “Littlejoy”, já dava a pista de que seria um trabalho cantado em inglês. Eu me perguntava “Será um Los Strokes ou algo completamente diferente?”, na verdade eles conseguiram fazer algo novo, a partir da mais perfeita fusão das fórmulas usadas por Amarente nos Hermanos, com o estilão Strokes.

O álbum abre com “The Next Time around”, num climão bem 60 e bem Hawaii, já mostra de cara para que o Littlejoy veio e a sua proposta, Amarante se mostra bastante a vontade ao cantar em inglês, tal facilidade na troca de idiomas na música eu vi quando Sting cantou “frágil” sem sotaque algum. Os Backing vocals de Binki Shapiro (outra integrante) dão um toque muito legal na atmosfera proposta.

O trabalho de produção do disco conta com aquele efeito de envelhecimento do som (mesmo utilizado pelos Strokes), o que conferiu o ar “strokeano” no som. O ar “los hermaniano” é conferido pela emotividade e entrega de Amarante em seus vocais.

O disco segue com a bela “Brand new start”,é a essência do rock de 60, cairia perfeitamente em um disco do The Kinks ou The Troggs. “Unattainable” é canta por Shapiro (namorada do Moretti), essa canção faz o estilo da namorada de Camelo, Mallu Magalhães (o nomezinho anticomercial esse hein).
“Keep me in mind” é a mais Strokeana do álbum, remetendo a “Room on fire”, uma particularidade dessa canção é o “Bum bum” que a batera faz na introdução, que por uma fração de segundos me fez achar que era “Glass onion” do álbum branco dos Beatles. O disco encerra com a única canção em português, a belíssima “evaporar”, que poderia estar perfeitamente em Los Hermanos 4.

Sei que Amarante e Camelo são caras completamente diferentes, e de estilos notadamente diferentes, mas em matéria de estréia “Pós-Los Hermanos”, o primeiro se saiu muito melhor, com canções belas, bem arranjadas e um disco excelente do início ao fim, ao contrário do sonolento “sou/nós” de Camelo.

criado por blimbou    21:23 — Arquivado em: Sem categoria

12/12/08

Yes - Fragile (1971)

"Fragile" é o quarto álbum do Yes, lançado originalmente em 1971, e que conta com uma bela arte na capa assinada por Roger Dean (que contribuiu também para a capa de "Yessongs").

A minha experiência com este disco veio tardia, somente em 1998, quando eu fui apresentado ao Yes, consequentemente ao rock progressivo, pelos meus amigos Aerton (Mark) e Sandro (Hammil).
Até então eu estava acostumado com os formatos básicos do rock, coisas como pop de 80, britpop e punk, o Yes me mostrou que o rock pode tomar contornos de música clássica, tal como uma verdadeira orquestra sinfônica, com direito a mudanças abruptas e grandes retomadas durantes as canções. As canções soavam como épicos, não pelo tempo de duração, e sim, pela  grandiosidade das composições.

Outra coisa que me marcou muito com "Fragile", foi aquela introdução de "Roundabout", em que Steve Howe realiza um "Pizzicato", que é aquele leve toque que os dedos dão na corda da guitarra, e que gera um som cristalino. O Pizzicato é muito utilizado para uma afinação perfeita do violão. 

O baixo de Chris Squire, sempre com aquele timbre bem "Dum dum", se sobresaindo e marcando as canções, sobretudo nas canções "long distance runaround" e "Heart of the sunrise".
Rick Wackeman é outro monstro que detona com os seus teclados, e ele por si só já era uma orquestra ambulante "Cans and Brahms".  Steve Howe não fica de fora, e demonstra todas as suas habilidades solo na instrumental "Mood for a day" (crianças, não tentem tirar essa música em casa).

Ainda me lembro, que toda as vezes que eu ouvia o meu vinil, eu fazia questão de deixar a capa de frente, e eu pensava com meus botões "aquilo é uma obra de arte".

criado por blimbou    23:05 — Arquivado em: Sem categoria

5/12/08

Kings of Leon - Only by the Night (2008)

A banda americana Kings of Leon, que é curiosamente composta por familiares (3 irmãos e 1 primo), lançou em 2008 o seu bom disco “Only by the night”. O KOL é uma espécie de Strokes que revisita as bandas americanas de 70, tais como Credence Cleawater e The Alman Brothers, mas acredito que a influencia do mestre Neil Young seja a mais marcante dentre todas.
Voltando ao novo disco, o KOL já começa de cara com a canção “Closer”, canção bem legal, cuja guitarra equalizada remete as usadas pelo Interpol, entretanto, não chegando a ser tão Joydivisiano como o Interpol. O disco segue com a orgânica “Crawl”, que tem batida e guitarras bem legais, e um solo no melhor estilo Jimmy Page.

“Sexo n fire” é certamente a minha eleita do disco, não porque tem a levada “indie”, e sim pelo vocal crescente até o refrão marcante “Yoooooooooou… your sex is on fire”, simplesmente da PESADA! Música composta com riffs bem simples durante os refrões e que dão uma melodia bem legal. O KOL não perde o pique com “Use Somebody”, Calleb Followil com seu vocal levemente melancólico (não achem que é o mesmo melancólico de Martin no Coldplay), dá o tom de emoção que essa música precisa.

“Revelry” dá um leve freio nas guitarras, o que é coerente com a canção, o “sustain” não usado de forma inflacionária, aparece na medida e com volumes certos.

Destaco também as canções “17” e “Notion”. “Only by the night”, KOL “Only by the night” trata-se de um bom disco, que pode muito bem preencher uma tarde de tédio de um roqueiro carente por coisas novas, sobretudo àqueles que curtem os dinossauros.

criado por blimbou    8:50 — Arquivado em: Sem categoria

29/11/08

O dia em que o avião virou Passageiros

O U2 após o lançamento de “Zooropa” e sua bem sucedida turnê “Zoo TV” em 1993, passou uns anos no limbo da música sem produzir, apenas realizando trabalhos pontuais como uma canção num “Missão impossível” aqui, um “Batman forever” ali e compondo uma canção para outra pessoa cantar num 007 acolá…

Entretanto, no ano de 1995, o U2 em parceria com Brian Eno (ex Roxy Music e de currículo invejável) resolveu fazer um álbum “conceitual” , com direitos a canções instrumentais e todo o mais. A idéia era compor o álbum com canções feitas para diversos filmes, diferentemente do que é dito em muitos sites, e como foi dito pelos irresponsáveis Léo Madeira e Marina Person no famigerado “Top top”, de que o U2 fez uma trilha para um filme que nunca existiu, na verdade todos os filmes estão lá indicados em cada uma das canções. Por exemplo, “Always forever now” toca na cena de perseguição do filme “Fogo contra fogo”, a canção “Miss Sarajevo” toca num documentário que eu não sei o nome e me lembro também de uma outra canção que toca no mangá japonês “Ghost in the Shell”.

“The passengers…” não é um disco de rock, tal fato foi um tiro no pé de 99,9% dos fãs que compraram o cd na época, fato compensado pelo super hit “Miss Sarajevo”.
Esse disco é indicado para quem gosta de música instrumental como Vangelis, Kitaro, Mike Oddfield, e outras maluquices como Enya e etc..

Não estou abrindo o espaço nesse blog para enaltecer o disco, ou livrar a cara do U2, e sim para falar dessa curiosidade; pois , ainda vejo muita gente creditando “miss Sarajevo” somente ao U2, e esquecem o “reluzente” Brian Eno. Depois desse disco, o Passengers voltou a ser U2, e veio com uma série de “tiros no pé” como a trilha do “Hotel de 1 milhao de dólares” e “All that you can leave behind” (esse último os fãs adoram, sobretudo a nojentissima “Beautiful Day”). É isso aí, na falta do que fazer, o U2 resolveu mudar de nome para não afetar a “marca”.

criado por blimbou    17:26 — Arquivado em: Sem categoria

19/11/08

Os 40 anos de The Beatles - the beatles

Em 22 de novembro de 1968, os Beatles lançaram um dos discos mais enigmáticos da história da música pop mundial. Tratava-se de um disco denominado simplesmente como “The Beatles”, e vinha com uma capa totalmente branca e o nome da banda quase que imperceptível em alto relevo. Este também foi o primeiro disco duplo da banda (tudo bem que os demais foram coletâneas), mas o seu diferencial foi o fato de ter sido o primeiro álbum duplo da história a ocupar o primeiro lugar das paradas (perdendo a pose 10 anos depois para a trilha de “Os embalos de sábado a noite”).

No anterior ao “Álbum branco” (como os fãs assim o chamam), a década de 60 foi sacudida (segundo a crítica e certos músicos) pelo álbum “Sgt. Pepper’s” dos próprios Beatles, “Sgt. Pepper’s” contava com uma capa altamente colorida e psicodélica, era o marco do “Flower Power”. Entretanto, somente em 68, os Beatles rasgam com esse “modismo” criado por eles mesmos, e lançam um disco completamente branco em sua capa! Mostrando que a banda se reinventava a cada disco, até mesmo em suas capas.

Eu tive o vinil, que contava com um pôster bacana e 4 fotografias de cada um dos integrantes. O pôster vinha cheio de referências, como as cruzes nas canções de McCartney (uma referência a “morte” dele em 67, e que muita gente acha até hoje que o McCartney que conhecemos é um sósia), a foto de McCartney morto e as letras de todas as canções.

Foi nesse disco que ficou evidente as diferenças entre os integrantes, e o aumento de divergências, sobretudo entre Harrison e McCartney. Isso sem contar com a presença constante e inconveniente de Yoko Ono nos estúdios de gravação. Mas nem só de confusão é feito um discaço como esse. “While My guitar gently weeps” conta com os solos do eterno deus da guitarra Eric Clapton, segundo depoimentos, a presença de Clapton deu uma melhorada no clima do ambiente.

Esse disco também conta com as músicas feitas para animais “Blackbird” (na verdade é uma metáfora contra o racismo), “Piggies” e “Martha My dear” (homenagem de McCartney a sua cadela homônima).
Foi a partir desse álbum que McCartney começou a querer criar asas, tanto prova que “Blackbird” ele não conta com a ajuda de nenhum dos Beatles, toca a bateria de “Back in the USSR” (no melhor estilo Beach Boys) e “Why don’t we do it in the Road” (McCartney toca tudo só nessa canção, algo que o próprio faria em 70 no seu disco de estréia solo).
Esse disco conta como primeiro Heavy metal da história “Helter Skelter”, que foi a fonte de inspiração de Charles Mason ao esfaquear a esposa de Roman Polansky. “Sexy sadie”, que é uma crítica ao antigo guru espiritual, que só queria ganhar uma grana com os Beatles e transar com as seguidoras da seita, notem que as notas e o piano foram inspiração para o Radiohead em sua excelente “Karma Police”.

Maharishi…   mim quer dinheiro Mr. Fab Four.

Eu costumo a dizer que o “White abum” é a verdadeira bíblia do rock, nele você encontra de tudo, desde heavy metal, reggae “ob La di ob La da”, coutry, blues, rock n roll, progressivo “Long long long” (que é a cara do Dark side of the moon), até mesmo um pouco de punk (basta ouvir um trecho de “Birthday” que antecede a parte cantada por Lennon “Yes we going to a party party”, reparem que é bem Sex pistols) e etc.. Um fato curioso que eu não sabia, é que canções como "Jealous Guy" (Lennon) , "Junk" (McCartney) e "Not Guilty" (Harrison), faziam parte das canções do disco, entretanto não foram usadas.


Beatles em 68, maduros ao extremo

O álbum branco é um disco para se ter em casa, guardadinho na coleção, e que deverá ser sacado nas horas em que o ouvinte se achar entediado com o rock atual. Outra peculiaridade que eu digo, esse é um digo para se ouvir a cada 10 anos, você irá enxergar algo novo e diferente em cada audição.

criado por blimbou    10:11 — Arquivado em: Sem categoria

18/11/08

Morre lenda da Bateria

Morreu esta semana um dos bateristas mais velozes e viscerais que já vi, Mitch Mithcel. Mitchel ficou conhecido por fazer parte do "Experience", banda chefiada por Jimi Hendrix no final dos anos 60.

Lembro-me que Mitchel me marcou muito quando assiste a performance dele com Hendrix no Woodstock, o cara arrebentava mesmo. Nesse mesmo ano Mitchel fez parte da banda relâmpago The Dirty Mac, composta por John Lennon , Eric Clapton e Keith Richards, para tocar no "improviso" "Yer Blues" do Beatles durante o especial de tv dos Stones chamado "Rock n roll circus".

Fica a homenagem a este baterista que sabia tocar coordenamente, com rapidez e fúria (quando preciso).

Long live Micthel

criado por blimbou    12:50 — Arquivado em: Sem categoria

8/11/08

Mother Mother - O my heart (2008)

Experimentei ouvir uma banda indicada por um amigo meu, era uma tal de Mother Mother do Canadá. Eu me perguntei, o que tem no Canadá ? Bem Johnson ? “Syrup” (seiva de uma árvore típica de lá) ? Família Baldwin ? Tem também Mother Mother.

Apesar do nome indigesto, o quinteto canadense lançou recentemente o seu segundo disco (o primeiro é de 2005), um ótimo disco por sinal. O estilo do grupo lembra um pouco o Franz Ferdinand e Kayser Chiefs, entretanto o seu diferencial está nas suas vocalizações muito bem trabalhadas graças às presenças femininas do grupo, o que confere um ar B-52’s de ser, isso sem contar com o excelente trabalho de produção e de instrumentalização das canções, o que tira o grupo do ponto comum.


Mother Mother ao vivo

O disco abre com “O my heart” que de cara já pede para ser um grande sucesso, que tem uma batida disco, e é marcada pelos backing vocals bem descontraídos. Gostei muito de uma canção chamada “Body of years”, é realmente da pesada, o seu refrão cola a ferro e fogo na mente, a levada dessa canção e de outras lembram o estilo dos Pixies, mas sem querer ser agressivos como o grupo de Black e com direito a psicodelismo sessentista. “Wisdom” é uma canção em que se tem vontade de se pegar um violão e aprender a tocá-la após a primeira audição de tão legal e alegre que é, “Body” seria a que mais se aproxima ao estilo Kayser Chiefs de ser. Uma das minhas favoritas é “Ghosting”, trata-se de uma canção que não tem refrão um propriamente dito, e sua atmosfera própria e vocalizações tornam essa canção única.

"O my heart" é um disco que vale realmente a pena, boas canções e excelente produção.

O peixe da capa, acredito que seja um clupeídeo (sardinha).

criado por blimbou    8:39 — Arquivado em: Sem categoria

3/11/08

Finados do Rock

Ontem foi 2 de Novembro, o conhecido "dia de finados". Dia feito para se recordar aqueles que já partiram dessa para melhor (ou para pior), dia de lembrar bons momentos ou dívidas que algum pilantra deixou em vida.
É partindo desse pressuposto que resolvi prestar uma breve homenagem aos rockers que já se foram.

Ritchie Valens, o lendário vocalista do grupo "Los Lobos", que eternizou a canção "La bamba" e até virou, morreu em um trágico acidente de avião que levou junto uma das grandes promessas do Rockabilly, o sr. Buddy Holly.


Bora bailar La Bamba

Outro falecido que quero lembrar é o excelente guitarrista Steve Ray Vaughan. Ele resolveu pegar uma carona de helicóptero, na única vaga que faltava, e morreu no começo dos anos 90. Vaughan foi descoberto casualmente por David Bowie, que o colocou para tocar guitarra do discaço "Let’s dance". Vaughan tinha tanto prestígio, que chegou a ter Jeff Beck fazendo base para ele em performances ao vivo (basta conferir no youtube).


Steve Ray, um dos maiores guitarristas que já passou por aqui

Recentemente o rock lamentou a morte de Richard Wright (tecladista do Pink Floyd), com essa morte, já perdemos as chances de ver o Pink com sua escalação máxima. Uns anos atrás, foi Barrett que partiu, a diferença é que Barrett já nem sabia mais o que era uma guitarra, e pouco poderia contribuir para um revival.

George Harrison, pouco antes de morrer, deixou um excelente disco "Brainwashed", que teria todos os elementos para ser um disco para baixo ou mórbido, mas ao contrário do que poderia se esperar, é rock da melhor qualidade.

Um outro finado que vira e mexe é lembrado, mais pela sua aparência, do que seu talento (na verdade não tinha nenhum), foi o senhor Sid Vicious. Sid contribuiu único e exclisivamente na questão fashion do punk, isso é inegável, mas que ele era um Zero à esquerda, isso também era inegável.


Sid Vicious, "só fazia a capa"!

Tem também os que se foram em virtude de crimes, como Lennon e Brian Jones. Os que morreram por causa de drogas ou bebidas como Hendrix, Joplin, Elvis.. a lista é grande.

Para todos eles, gênios ou babacas, oportunistas ou talentosos…
"Rest in Peace"

criado por blimbou    16:59 — Arquivado em: Sem categoria

28/10/08

Quero ser David Bowie

Em 1972, surge no mundo musical um ser extraterrestre chamado "Ziggy Stardust", um ser andrógino (cujas características sexuais são ambíguas. Esse ser estava acompanhado de músicos denominados "Aranhas de marte", o glam rock e o rock não foram mais os mesmos após essa invasão.
Quando o Bowie criou o personagem, jamais imaginava que a teatralidade dos seus show, musicalidade e a caracterização dele iria influenciar tanto o que viria depois.

Ziggy Stardust em sua passagem pelo nosso planeta

Ao final da bem sucedida turnê, Bowie aposentou o personagem e passou a encarnar novos visuais na carreira. Muita gente pirou com essas figuras emblemáticas criadas por Bowie, gente como Bauhaus, Duran Duran, The Psychedelic Furs, Boy George, Placebo, Marilyn Manson e etc..


The Psychedelic Furs, somos "Bowieanos" e não andróginos !

Em 1999, eu ouvi a trilha sonora de um filme merreca chamado "Segundas intenções" que uma ex-namorada minha insistia em me empurrar, o principal destaque era uma canção chamada "Every you and every me" do grupo Placebo, quando vi o clipe, não sabia se Brian Molko era um homem ou uma mulher…  até hoje vivo essa dúvida (brincadeira gente rsrsrs).


Brian Molko é o rapaz do centro

Bowie até chegou a cantar ao vivo com o Placebo, isso deve ter sido a glória para eles. Seria a mesma coisa que Lennon cantar em um show do Oasis.

Dentre as figuras influenciadas mais recentes, destaco o que levou o conceito de androgenia e estilão de Ziggy Stardust de ser ao pé da letra, que foi o senhor Marilyn Manson.


Este ser se chama Marilyn Manson…

Ser Bowie é isso, uma "Metamorfose ambulante", que muda as formas e o som, e mesmo assim consegue ser reconhecido por suas marcas musicais e artísticas, seja nele próprio, em seus trabalhos ou em quem ele influenciou.

Long Live Bowie

criado por blimbou    15:52 — Arquivado em: Sem categoria
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